quarta-feira, agosto 15, 2001
Boa noite. Não sei bem o motivo, a razão ou a causa... apenas sei que hoje estou me sentindo bem, poderia até dizer feliz. Embora meu dia tenha sido normal, sem nenhum grande acontecimento, inclusive passei o dia todo com dor de cabeça, mas mesmo assim estou bem. Tomara que minha fase down tenha ido embora por um tempo. Depois coloco mais detalhes do meu dia, infelizmente minha cabeça ainda dói muito. Até breve. "Quanto mais nos elevamos, menores parecemos aos olhos daqueles que não sabem voar".Friedrich Nietzsche
segunda-feira, agosto 13, 2001
Vinicius de Moraes
Soneto da Fidelidade
De tudo, ao meu amor serei atento
Antes e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento
Quero vivê-lo em cada vao momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou ao seu contentamento.
E assim quando mais tarde me procure
Quem sobe a morte, angustia de quem vive
Quem sobe a solidao, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que nao seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
Soneto da Fidelidade
De tudo, ao meu amor serei atento
Antes e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento
Quero vivê-lo em cada vao momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou ao seu contentamento.
E assim quando mais tarde me procure
Quem sobe a morte, angustia de quem vive
Quem sobe a solidao, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que nao seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
Vinicius de Moraes
Soneto da Separaçao
De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das maos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a ultima chama
E da paixao fez-se o pressentimento
E do momento imovel fez-se o drama.
De repente, nao mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.
Fez-se do amigo proximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, nao mais que de repente
Soneto da Separaçao
De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das maos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a ultima chama
E da paixao fez-se o pressentimento
E do momento imovel fez-se o drama.
De repente, nao mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.
Fez-se do amigo proximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, nao mais que de repente
Sixpence None The Richer - Kiss Me
Kiss me out of the bearded barley
Nightly, beside the green, green grass
Swing, swing, swing the spinning step
You wear those shoes and I will wear that dress
Oh, kiss me beneath the milky twilight
Lead me out on the moonlit floor
Lift up your open hand
Strike up the band and make the fireflies dance
Silver moon's sparkling
So kiss me
Kiss me down by the broken tree house
Swing me upon it's hanging tire
Bring, bring, bring your flowered hat
We'll take the trail marked on your father's map
Oh, kiss me beneath the milky twilight
Lead me out on the moonlit floor
Lift your open hand
Strike up the band and make the fireflies dance
Silver moon's sparkling
So kiss me
Kiss me out of the bearded barley
Nightly, beside the green, green grass
Swing, swing, swing the spinning step
You wear those shoes and I will wear that dress
Oh, kiss me beneath the milky twilight
Lead me out on the moonlit floor
Lift up your open hand
Strike up the band and make the fireflies dance
Silver moon's sparkling
So kiss me
Kiss me down by the broken tree house
Swing me upon it's hanging tire
Bring, bring, bring your flowered hat
We'll take the trail marked on your father's map
Oh, kiss me beneath the milky twilight
Lead me out on the moonlit floor
Lift your open hand
Strike up the band and make the fireflies dance
Silver moon's sparkling
So kiss me
Raul Seixas - Medo da Chuva
E pena que você pense que eu sou seu escravo
Dizendo que eu sou seu marido e não posso partir
Como as pedras imóveis na praia, eu fico ao teu lado sem saber
Dos amores que a vida me trouxe e não pude viver
Eu perdi o meu medo, meu medo, meu medo da chuva
Pois a chuva voltando pra terra, traz coisas do ar
Aprendi o segredo, o segredo, o segredo da vida
Vendo as pedras que choram sozinhas no mesmo lugar
Vendo as pedras que choram sozinhas no mesmo lugar
E não posso entender tanta gente aceitando a mentira
De que os sonhos desfazem aquilo que o padre falou
Porque quando jurei meu amor eu trai a mim mesmo
Hoje eu sei que ninguém nesse mundo é feliz tendo amado uma vez, uma vez
Eu perdi o meu medo...
E pena que você pense que eu sou seu escravo
Dizendo que eu sou seu marido e não posso partir
Como as pedras imóveis na praia, eu fico ao teu lado sem saber
Dos amores que a vida me trouxe e não pude viver
Eu perdi o meu medo, meu medo, meu medo da chuva
Pois a chuva voltando pra terra, traz coisas do ar
Aprendi o segredo, o segredo, o segredo da vida
Vendo as pedras que choram sozinhas no mesmo lugar
Vendo as pedras que choram sozinhas no mesmo lugar
E não posso entender tanta gente aceitando a mentira
De que os sonhos desfazem aquilo que o padre falou
Porque quando jurei meu amor eu trai a mim mesmo
Hoje eu sei que ninguém nesse mundo é feliz tendo amado uma vez, uma vez
Eu perdi o meu medo...
Mais uma longa, fria e solitária madrugada. Continuando de onde havia parado...Eu, Line e La fomos para o Gilberto Salomão (na verdade fomos para a BsB MiX e a feira da solua), o lugar é um point de jovens, na sua maioria classe média alta, que não tem muito o que fazer, daí lá ficam fazendo nada em grupo (tirando onda com som potente, cantando as mulheres, exibindo seus carros e bebendo muito). Sinceramente não é um lugar que eu me sinta bem, enquanto isso as meninas riam muito da minha cara e sempre zombando o fato de eu gostar de outras coisas (como Academia né!). Depois de rodar naquele lugar cheio, fomos ao cinema na companhia de uns amigos (Lia, Rodrigo, Eduardo e a namorada). Vimos Final Fantasy que diga-se de passagem é interessante e bem feito, mas não gostei muito (dormi durante o filme, algo não muito positivo vindo de uma pseudo-cinéfila). Cheguei em casa uma e pouco, e vim para cá! Já são quase cinco da manhã e não consigo começar a trabalhar, escrevo uma linha e paro. Como tudo parece estar mais difícil! A nuvem cinza, parece ter se instalado por aqui! E as minhas músicas completam o ambiente triste. Tudo está tão sem sentido, sei em partes o motivo de tudo isso, mas não posso fazer nada, afinal também estou me sentindo cansada e sem forças para me motivar. E mesmo tudo estando dessa forma, os dias passam rápido e me vejo cada dia mais distante de certos projetos...Onde estarei daqui dez anos? Não faço a menor idéia, apenas sei que gostaria de ser diplomata. Vou mais uma vez tentar trabalhar, embora o sono finalmente tenha chegado! Acho que vou dormir, tentar fugir da realidade e encontrar nos sonhos uma alegria (mesmo que irreal) mínima, que apenas me permita sorrir de verdade, sentir de verdade, mesmo sendo em um sonho.
"Jamais se desespere em meio as sombrias aflições de sua vida, pois das nuvens mais negras cai água límpida e fecunda." Provérbio Chinês
"Não declares que as estrelas estão mortas só porque o céu esta nublado" Provérbio Arabe
"As dificuldades são como as montanhas. Elas só se aplainam quando avançamos sobre elas." Provérbio Japonês
"Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que, com freqüência, poderiamos ganhar, por simples medo de arriscar." W. Shakespeare
Até breve.
"Jamais se desespere em meio as sombrias aflições de sua vida, pois das nuvens mais negras cai água límpida e fecunda." Provérbio Chinês
"Não declares que as estrelas estão mortas só porque o céu esta nublado" Provérbio Arabe
"As dificuldades são como as montanhas. Elas só se aplainam quando avançamos sobre elas." Provérbio Japonês
"Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que, com freqüência, poderiamos ganhar, por simples medo de arriscar." W. Shakespeare
Até breve.
domingo, agosto 12, 2001
Retrospectiva de ontem, sábado, 11 de agosto de 2001. Cheguei em casa do jantar quase 3 da manhã, ainda assim não contive meu vício e entrei na net, e fiquei até quase 6 da manhã. Acordei umas 2 da tarde e fui para a casa da Laryssa, onde almoçei uma lasanha MARAVILHOSA e ainda comi um pavê de chocolate DIVINO! De lá, fomos ao Pier 21 e miraculosamente achamos vaga bem na entrada do local. Mas tudo que é bom dura pouco...a fila para trocar o ingresso para o filme (a maldita promoção do visa) estava infinitamente GIGANTE, os primeiros da fila já estavam lá por quatros horas!!!!!!!! Sem a menor possibilidade de entrar numa roubada dessas...fomos ver um filme lá na Academia. Para quem conhece, sabe que o ambiente lá é bem único. Eu adoro ir lá, a atmosfera, o charme, mas minhas amigas...bem elas tem uma outra visão entediada do lugar. Decidimos ver um filme italiano chamado Pão e Tulipas, enquanto esperamos uma hora para o início do filme, tomei uma taça de vinho branco e a La tomou guarana diet (ou light) e rimos MUITO, afinal só tinha a gente, as cadeiras, os garçons...e uns indivíduos de idade avançada (particularmente nada contra =) ). O filme é bem legal, a história é engraçada e acho que estava precisando ver um filme assim, para me animar e me dar motivação...Voltei para casa e fui direto para o computador...ah se arrependimento matasse...depois de algumas besteiras que eu escrevi, acabei me arrependendo e tive que sair de casa. Liguei para minha amigona e pedi para ir a casa dela, como sempre a Ka é minha amiga cúmplice e quem me da umas broncas saudáveis! Mas antes fui ao Mc Donalds com um amigo, o Gustavo. Lá fomos conversando e eu fui vendo que não seria apropriado chegar quase duas horas da manhã na casa da Ka, afinal o JH podia acordar... e a Ka não iria dormir pois sempre passamos a madrugada conversando :) Liguei pra Ka e agradeci a força e me desculpei pelo incômodo. Dai eu e Gustavo ficamos conversando até tarde da noite (ou cedo da madrugada). Cheguei em casa, me deitei no sofá, comecei a ler o livro do Gustavo e umas 6:30 resolvi dormir, no sofá mesmo.
Domingo, o mercadológico dia dos pais. Almoçamos com uns amigos da família, e estou aqui. "O homem começa a morrer na idade em que perde o entusiasmo." Balzac
Até breve.
Domingo, o mercadológico dia dos pais. Almoçamos com uns amigos da família, e estou aqui. "O homem começa a morrer na idade em que perde o entusiasmo." Balzac
Até breve.
sábado, agosto 11, 2001
Mais um dia se foi, e como disse o prof. Eduardo (Comunicação Comparada)...a cada dia que vivemos nos aproximamos da morte. Engraçado que na palestra da Lucia (sem acento)Santaella ela disse a mesma coisa, e comparou também a dialética da existência, foi viagem mas gostei muito...quem sabe faço uma pesquisa com essas viagens e ainda coloco uma pitada de semiótica e cibernética, vai ficar louco né?! Bem, meu dia foi quase normal, fui dormir as 8:30 da manha fazendo a MALDITA resenha e tudo isso pra também MALDITA professora mudar a data de entrega pra segunda-feira! Dai fui pra faculdade tive duas aulas interessantes (afinal se eu não gostasse do que EU escolhi para estudar...) depois fui para um jantar, comemorar o aniversário de uma grande pequena amiga, a Laryssa. Foi bem legal, eu, Cibelle (que parece que nunca viu comida na vida e se empanturrou), Eveline (Katchaça) e Laryssa colocamos uma parte das "fofocas" das férias em dia. Tinha um monte de coisas deliciosas (embora eu seja alérgica a maioria) lasanha, pernil, camarão, arroz, salpicão e uma torta de chocolate de MATAR! Ah e pra completar o cardápio da Ci ainda tinha um "gatinho" (que pra mim heheh não tinha nada de gatinho só se fosse o cheiro de leite heheheh). Bem foi mais ou menos isso...
"O mundo não acontece, ele simplesmente é." Hermann Weyl
Até breve.
"O mundo não acontece, ele simplesmente é." Hermann Weyl
Até breve.
sexta-feira, agosto 10, 2001
Do que o ser humano é capaz? Bem depois de ver um filme como Amores Brutos muita coisa surge na mente. Sempre tento refletir sobre o filme que vejo, seja um besteirol ou filmes mais "sérios". Acho que o cinema é isso, traduzir num jogo de sons e imagens, a realidade que se vive (ou como é interpretada). Bicho de sete cabeças também foi um filme bem forte, no final quando apareceu que havia sido baseado em fatos reais, foi como se depois de tudo que vimos, ainda levassemos, da realidade, um forte tapa na cara. Ontem me senti novamente assim, como somos nada perto dos imprevistos...nos fazemos tantos planos...por quê? E para que? Viver é um desafio tão grande que acho que temos medo de encarar a vida dessa forma. Maquiamos o destino com planos mirabolantes, sonhos, projetos, aspirações...não que isso seja ruim, mas será que também não é uma forma de estarmos fugindo? Se pensamos em coisas negativas somos logo taxados de pessimistas...mas geralmente só planejamos coisas boas, e isso não seria o extremo do otimismo? E isso não seria ruim também? O que nos move? O que nos faz acordar pela manha ir trabalhar ou estudar? O que nos faz simplestemente comer, vestir, ler, escrever...viver? Acho que são essas pequenas (ou grandes) ambições que nos movem...mas ainda acho que elas também nos prejudicam. Ponto seguinte (ou refletindo a primeira pergunta): Somos capazes de crimes horríveis, só cada indivíduo sabe daquilo que passa em sua mente no momento de ódio, da raiva. Já pensou se pudéssemos ver o que esta na mente das pessoas através de um aparelho? Somos tão hipócritas que nem temos coragem de investir na invenção de tal aparelho, afinal sabemos de certa forma, do que somos capazes de fazer para nos defender ou defender aquilo que temos como aspirações. Matar a mãe, o pai, um irmão na minha concepção é o extremo da ambição humana, a prova que ainda somos animais...
O amor, a paixão (seja doença ou não), o desejo são impulsos básicos e fortes do ser humano, mas até que ponto fazemos com que nossa racionalidade os controle? Somos ambiguidades ambulantes, seres divididos, todas as contradições habitam em nós simultaneamente, da mesma forma que o bem, o mal existe. Portanto, talvez se refletissemos mais sobre a vida, mas de uma forma mais crítica e pessimista seriamos capazes de nos entender melhor, como seres que em sua grandiosidade podem falhar e que possuem o mal dentro de si. "Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro" Clarice Lispector " A tragédia deste mundo é que ninguém é feliz, não importa se preso a uma época de sofrimento ou de felicidade. A tragédia deste mundo é que todos estão sozinhos. Pois uma vida no passado não pode ser partilhada com o presente." Alan Lightman
Até breve!
O amor, a paixão (seja doença ou não), o desejo são impulsos básicos e fortes do ser humano, mas até que ponto fazemos com que nossa racionalidade os controle? Somos ambiguidades ambulantes, seres divididos, todas as contradições habitam em nós simultaneamente, da mesma forma que o bem, o mal existe. Portanto, talvez se refletissemos mais sobre a vida, mas de uma forma mais crítica e pessimista seriamos capazes de nos entender melhor, como seres que em sua grandiosidade podem falhar e que possuem o mal dentro de si. "Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro" Clarice Lispector " A tragédia deste mundo é que ninguém é feliz, não importa se preso a uma época de sofrimento ou de felicidade. A tragédia deste mundo é que todos estão sozinhos. Pois uma vida no passado não pode ser partilhada com o presente." Alan Lightman
Até breve!
Coincidentemente, a última vez que escrevi aqui foi a exatos dois meses! Será que tenho uma síndrome da tristeza dos dias 9 e 10? Bem não sei!
Minhas férias... O XXV ENECOM (encontro nacional dos estudantes de comunicação) finalmente chegou, foi uma semana de pura correria, confusão, mas que num balanço geral e pessoal foi enriquecedor. Desde outubro de 2000 reuniões aos sábados, depois as quartas e sábados, depois quintas... domingos. E o fruto foi uma semana de encontro, onde cerca de 2700 estudantes do Brasil todo se reuniram por várias razões, e infelizmente poucos estavam interessados em (de fato) participar. Bem deixo para colocar posteriormente minhas reflexões sobre o ENECOM. Minhas férias pós-ENECOM...foram em Santa Rita da Floresta e Cordeiro (a noite na exposição pecuária local, para curtir os shows, beber Kriptonita e dirigir a Caravan da década de 70 da Tia Maria do Carmo) no interior do Rio de Janeiro, embora meu plano inicial tivesse sido passar um tempo na Cidade Maravilhosa, o que não aconteceu! Acabei passando apenas algumas horas no Rio, mas ao menos fui a praia de Copacabana e senti aquela brisa apaixonante. Resumindo foi bem divertido, triste, relaxante e conheci pessoas legais. Eu, Iris e Marcus nos divertimos muito, bebemos muito, heheh jogamos verdade ou consequência (esse jogo deveria ser PROIBIDO), fomos a festa julina tradicional da família (estavamos LINDAS!!). Iris e seus (vários) maridos. Eu sozinha (pra variar um pouco, mas até que apareceu alguém e não rolou nada) e o Marcus também só. Ah e para terminar a trilha sonora da viagem: Zeca Baleiro (um dos shows mais lindos que fui, além de ter sido de GRAÇA, lá em Nova Friburgo), Chico César, Gal Costa, Ivan Lins, O Rappa e mais uns ai que devido as "sequelas" não me lembro. E pretendo voltar pra me "esconder" por lá. Voltei para Brasília no dia 30 de julho, no início da noite, depois de um voo complicado. Dai dia 1 de Agosto já tive aula e felizmente começei MUITO BEM, tendo aula de Formação da Imprensa Brasileira (FIB) com o ótimo prof. Lunde Braghini, a lenda do enecom (além de ser uma pessoa maravilhosa e humilde). E infelizmente a aula seguinte, tive que "matar" por uma ÓTIMA causa... :) Vou ficando por aqui! "Nossa existência não é mais que um curto circuito de luz entre duas eternidades de escuridão." Vladimir Nabokov Até breve.
Minhas férias... O XXV ENECOM (encontro nacional dos estudantes de comunicação) finalmente chegou, foi uma semana de pura correria, confusão, mas que num balanço geral e pessoal foi enriquecedor. Desde outubro de 2000 reuniões aos sábados, depois as quartas e sábados, depois quintas... domingos. E o fruto foi uma semana de encontro, onde cerca de 2700 estudantes do Brasil todo se reuniram por várias razões, e infelizmente poucos estavam interessados em (de fato) participar. Bem deixo para colocar posteriormente minhas reflexões sobre o ENECOM. Minhas férias pós-ENECOM...foram em Santa Rita da Floresta e Cordeiro (a noite na exposição pecuária local, para curtir os shows, beber Kriptonita e dirigir a Caravan da década de 70 da Tia Maria do Carmo) no interior do Rio de Janeiro, embora meu plano inicial tivesse sido passar um tempo na Cidade Maravilhosa, o que não aconteceu! Acabei passando apenas algumas horas no Rio, mas ao menos fui a praia de Copacabana e senti aquela brisa apaixonante. Resumindo foi bem divertido, triste, relaxante e conheci pessoas legais. Eu, Iris e Marcus nos divertimos muito, bebemos muito, heheh jogamos verdade ou consequência (esse jogo deveria ser PROIBIDO), fomos a festa julina tradicional da família (estavamos LINDAS!!). Iris e seus (vários) maridos. Eu sozinha (pra variar um pouco, mas até que apareceu alguém e não rolou nada) e o Marcus também só. Ah e para terminar a trilha sonora da viagem: Zeca Baleiro (um dos shows mais lindos que fui, além de ter sido de GRAÇA, lá em Nova Friburgo), Chico César, Gal Costa, Ivan Lins, O Rappa e mais uns ai que devido as "sequelas" não me lembro. E pretendo voltar pra me "esconder" por lá. Voltei para Brasília no dia 30 de julho, no início da noite, depois de um voo complicado. Dai dia 1 de Agosto já tive aula e felizmente começei MUITO BEM, tendo aula de Formação da Imprensa Brasileira (FIB) com o ótimo prof. Lunde Braghini, a lenda do enecom (além de ser uma pessoa maravilhosa e humilde). E infelizmente a aula seguinte, tive que "matar" por uma ÓTIMA causa... :) Vou ficando por aqui! "Nossa existência não é mais que um curto circuito de luz entre duas eternidades de escuridão." Vladimir Nabokov Até breve.
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